(A Crise Mundial do Ferro de 2008)
Nova Bréscia, 1º/04/2401.
Fragmento de jornal de 300 anos encontrado por acaso, quase intacto, descreve como o Brasil se tornou a maior potência mundial através do controle absoluto do seus maiores produtos: o ferro de Carajás e o petróleo do mar. Abaixo está o trecho encontrado:
“...em 1973 os árabes do Oriente Médio se deram conta que o mundo era movimentado pelo petróleo, produto que eles tinham em grande quantidade e sem concorrência. Reuniram-se e tomaram as rédeas do controle duplicando o preço do seu produto. O mundo estarrecido não tinha como negociar e se submeteu. A partir dali era a OPEP que mandaria no petróleo e poderia parar a produção, parando assim o mundo, o que ninguém podia admitir.
Em 2008 o Brasil encontrou as maiores jazidas petrolíferas deste milênio em suas águas oceânicas. Foi justamente na extração da imensa quantidade de óleo que se deram conta os técnicos que tinha o Brasil um produto mais importante (na verdade fundamental) do que o petróleo: o ferro de Carajás. Os brasileiros perceberam que sem o ferro o petróleo não poderia ser extraído nem transportado pelo mundo, e também não haveriam veículos para serem movidos. Se o petróleo movia a mundo, era o ferro que tornava o uso do petróleo importante.
E o que o Brasil mais tinha além do petróleo era ferro. Era o maior produtor mundial e com reservas estimadas em mais de 200 anos, no ritmo das coisas. Percebeu isso, também, a partir do interesse que o local onde as reservas de minério de ferro estavam despertava no mundo capitalista de então. Sob alegações de interesses ecológicos, todo o mundo voltava os olhos para a Amazônia, desejando a internacionalização da área. Os interesses na verdade eram econômicos (como sempre) que financiavam todo o tipo de manifestação sobre o assunto.
Foi então que o governo brasileiro tomou as rédeas do controle do seu produto. Criou o Ministério do Ferro para cuidar do assunto exclusivamente com técnicos especializados que desenvolveu uma estratégia de total domínio da situação. Começou com a paralisação da produção por um dia, como alerta para o mundo. No outro dia o preço do ferro estava majorado em 100%, sem direito a negociação.
Foi estabelecida uma estratégia de redução gradual da produção que aumentou a expectativa de viabilidade da jazida de 200 para mais de 400 anos, ao mesmo tempo que aumentava o preço de venda do produto no mercado externo. Assim o Brasil em pouco tempo se tornou a potência que conhecemos hoje, dominando toda a economia mundial e exportando o “jeito brasileiro de ser”.
À medida que o Brasil foi passando a líder das nações, o mundo foi ficando menos militarista e muito mais cordial. Se temos hoje um mundo mais tranqüilo de se viver é.................”
Fonte revista “A Máquina do Tempo”2401.
17.4.08
19.1.08
Sobre Transgênicos
O quê devemos saber antes de consumir alimentos transgênicos......
Tudo o que envolve a pesquisa genética no mundo tem a ver com interesses capitalistas. O capitalismo é basicamente reduzir tudo (e todos) a um valor monetário. Por exemplo, no sistema capitalista os seres humanos não são pessoas, mas sim consumidores, e são medidos pela sua capacidade de comprar coisas. A pesquisa genética é capitalista por excelência, pois as grandes empresas, como a gigante Monsanto, dominam todo o processo. Movidas pelo interesse em escravizar o mundo pela barriga utilizam todo o seu poder (financeiro) para adquirir sementes boas e diversificadas de determinado produto e mexem na estrutura genética delas para “melhorá-las”, para que sejam mais produtivas, dizendo que o objetivo é acabar com a fome no planeta, pois com mais produção os alimentos serão mais baratos e estarão a disposição para todo mundo. Ainda afirmam que são alimentos seguros para o consumo humano, pois já foram testados e não apresentam riscos à saúde.
Bem, as considerações que todos devemos fazer é:
1. Querer “melhorar” a natureza é colocar o Homem acima de Deus. É o mesmo que dizer que Deus fez tudo errado e que nós devemos consertar.
2. Se o objetivo é acabar com a fome no planeta, por que a cada ano aumenta a miséria em vários locais do mundo, apesar de se estar pesquisando e desenvolvendo esses alimentos a muitos anos.
3. Como vamos ter certeza de que não fazem mal à saúde se a cada dia surgem doenças novas, sem cura e de difícil tratamento, sem causa definida.
Estamos mexendo com coisas que não conhecemos, como o funcionamento genético, e as conseqüências só serão definidas muitos anos mais tarde. Doenças como o câncer, o enfarte, a depressão e outras são cada vez mais comuns, quanto mais se mexe nos alimentos. Pessoas que tem vida mais natural sofrem menos esses problemas.
Um grupo de especialistas franceses já detectou elementos "científicos negativos" no milho transgênico MON 810, da Monsanto, o único que até agora é cultivado na França, segundo relatório oficial divulgado dia 9 de janeiro de 2008.
"Temos dúvidas sérias" sobre o comportamento do milho MON 810, disse o presidente da Alta Autoridade para os Organismos Geneticamente Modificados (OGM), Jean-Fraçois Legrand. Ele é senador da França e disse também que foram "detectados vários fatos científicos negativos novos, que têm impacto sobretudo na flora e na fauna". A partir de agora com certeza vai mudar a posição do Governo francês com relação ao cultivo desse e de outros organismos geneticamente modificados.
O presidente francês, Nicolas Sarkozy, disse em entrevista coletiva que tem "dúvidas sérias" sobre os OGM’s que estão sendo cultivados na França. Em outras palavras ele quis dizer que não come alimentos transgênicos.
Tudo o que envolve a pesquisa genética no mundo tem a ver com interesses capitalistas. O capitalismo é basicamente reduzir tudo (e todos) a um valor monetário. Por exemplo, no sistema capitalista os seres humanos não são pessoas, mas sim consumidores, e são medidos pela sua capacidade de comprar coisas. A pesquisa genética é capitalista por excelência, pois as grandes empresas, como a gigante Monsanto, dominam todo o processo. Movidas pelo interesse em escravizar o mundo pela barriga utilizam todo o seu poder (financeiro) para adquirir sementes boas e diversificadas de determinado produto e mexem na estrutura genética delas para “melhorá-las”, para que sejam mais produtivas, dizendo que o objetivo é acabar com a fome no planeta, pois com mais produção os alimentos serão mais baratos e estarão a disposição para todo mundo. Ainda afirmam que são alimentos seguros para o consumo humano, pois já foram testados e não apresentam riscos à saúde.
Bem, as considerações que todos devemos fazer é:
1. Querer “melhorar” a natureza é colocar o Homem acima de Deus. É o mesmo que dizer que Deus fez tudo errado e que nós devemos consertar.
2. Se o objetivo é acabar com a fome no planeta, por que a cada ano aumenta a miséria em vários locais do mundo, apesar de se estar pesquisando e desenvolvendo esses alimentos a muitos anos.
3. Como vamos ter certeza de que não fazem mal à saúde se a cada dia surgem doenças novas, sem cura e de difícil tratamento, sem causa definida.
Estamos mexendo com coisas que não conhecemos, como o funcionamento genético, e as conseqüências só serão definidas muitos anos mais tarde. Doenças como o câncer, o enfarte, a depressão e outras são cada vez mais comuns, quanto mais se mexe nos alimentos. Pessoas que tem vida mais natural sofrem menos esses problemas.
Um grupo de especialistas franceses já detectou elementos "científicos negativos" no milho transgênico MON 810, da Monsanto, o único que até agora é cultivado na França, segundo relatório oficial divulgado dia 9 de janeiro de 2008.
"Temos dúvidas sérias" sobre o comportamento do milho MON 810, disse o presidente da Alta Autoridade para os Organismos Geneticamente Modificados (OGM), Jean-Fraçois Legrand. Ele é senador da França e disse também que foram "detectados vários fatos científicos negativos novos, que têm impacto sobretudo na flora e na fauna". A partir de agora com certeza vai mudar a posição do Governo francês com relação ao cultivo desse e de outros organismos geneticamente modificados.
O presidente francês, Nicolas Sarkozy, disse em entrevista coletiva que tem "dúvidas sérias" sobre os OGM’s que estão sendo cultivados na França. Em outras palavras ele quis dizer que não come alimentos transgênicos.
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